Os efeitos da pandemia da COVID-19 — e as políticas questionáveis adotadas pelos governos para conter o vírus — continuam deixando suas marcas na economia mundial.

A nova edição do Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation, lançada em primeira mão no Brasil pelo Instituto Monte Castelo, mostra um retrocesso global. O Brasil não fugiu à regra: o país perdeu 0,1 ponto na classificação, em parte devido à estagnação da agenda das tão necessárias reformas no campo da economia. Ainda assim, por causa da deterioração do cenário global, o país ganhou 10 posições e atingiu a (ainda péssima) 133ª colocação. Ou seja: o Brasil subiu porque piorou menos do que os outros países com pouca liberdade econômica.

Para uma melhoria substancial, entretanto, não há outro caminho senão o da responsabilidade fiscal. É preciso que o governo (em todas as esferas) gaste menos do que arrecada e se torne mais eficiente. Um estado eficaz, transparente e com previsibilidade atrairá mais investidores para o país e permitirá o surgimento de um ciclo virtuoso na economia.

Veja abaixo as principais novidades do Índice 2022, incluindo o capítulo sobre o Brasil e a lista completa com a nota de cada país.


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