Brasil, 195 anos. Olhemos para os 200

Daqui exatos 5 anos, o Brasil comemorará os 200 anos de Independência. Duzentos anos de uma nação livre.

Livre?

Em termos, sim. Mas as ameaças do autoritarismo, por um lado, e do caos, por outro, continuam a pairar sobre o cotidiano dos brasileiros.

O Instituto Monte Castelo carrega o nome de uma batalha. Ali, brasileiros deram suas vidas para testemunhar a capacidade do nosso povo de alcançar feitos grandiosos em nome da justiça e do bem.

Somos o povo que ajudou a derrotar os nazistas, mesmo em desvantagem material. Não estamos fadados à mediocridade, ao medo e à covardia.  Mas, por vezes, é fácil nos esquecermos disso.

Esquecemo-nos da nossa vocação para grandeza quando constatamos que o Brasil é campeão de homicídios. Quando vemos a corrupção e a burocracia burra engolirem as riquezas geradas pelo trabalho decente. Quando a ideologia sequestra a inocência dos mais frágeis. Quando a nação negligencia a vida em comunidade.

As soluções para esses males depende, em parte, da ação silenciosa do homem comum, dentro do seu lar e do seu trabalho.

Outra parte desta guerra, entretanto, é disputada sob os holofotes de Brasília e das capitais estaduais: a política, com P maiúsculo ou minúsculo. As leis aprovadas ou rejeitadas, aplicadas ou não. As decisões judiciais – algumas tomadas sem base em lei alguma.

O Instituto Monte Castelo priorizará a segunda batalha, porque crê que assim a primeira pode ser vencida pelos bons. Por isso somos um centro independente sediado em Brasília e capaz de seguir o poder de perto, influenciá-lo e alterá-lo.

Nossas prioridades são claras: a defesa da vida, da liberdade, da responsabilidade e da subsidiariedade.

Daqui cinco anos, quando o Brasil fizer 200, queremos ter ajudado a levar este para a direção certa.

Que o cidadão detenha os meios para erguer a si próprio economicamente, moralmente, espiritualmente. Que o Estado não cumpra papel senão o de assegurar a subsistência dessas liberdades.

Que, em 2022, o Brasil esteja mais perto de ser aquele que nós enxergamos: um país onde as pessoas vivam vidas plenas e com sentido.

A jornada começa hoje.